Domingo, 30 de Setembro de 2007

Discos em Destaque (Julho / Agosto)


Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 16:03
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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

O dia em que Satchmo se chateou

 

Liceu de Little Rock: A Guarda Nacional Federal escolta as crianças 

 

A história é conhecida mas convém lembrá-la. Para que não esqueça.

Num período altamente conturbado da luta pelos direitos cívicos dos negros norte-americanos, um incidente profundamente reaccionário veio sublinhar as contradições sociais e raciais existentes nos EUA.

No dia 25 de Setembro de 1957 - prefazem-se agora precisamente 50 anos - o governador racista do Estado de Arkansas (de seu nome Orval Faubus) tentou impedir a regular participação de nove jovens estudantes negros nas suas aulas do Liceu de Little Rock, tendo sido necessária a intervenção da Guarda Nacional Federal para impor pela força (ao mesmo tempo que os protegia e escoltava) a integração racial desses jovens no seu estabelecimento de ensino - uma conquista da longa luta dos afro-americanos, finalmente consagrada na Lei Federal do país.

Relembrando mais uma vez estes acontecimentos, o jornalista David Margolick publicou na edição de ontem do New York Times um admirável e tocante artigo - intitulado The Day Louis Armstrong Made Noise - no qual, ao mesmo tempo que descreve em síntese os incidentes de então, nos dá conta da posição de Armstrong quando, duas semanas antes, deles começou a tomar conhecimento.

Um artigo também porventura surpreendente, quando se sabe que, segundo rezam as crónicas, o nosso Satchmo afirmara um dia: «eu não me meto em política!» (...) «eu apenas toco a minha corneta!».

O facto é que Armstrong se indignou violentamente com a indecente ocorrência, sendo a sua atitude e os seus passos desenvolvidamente descritos na escorreita prosa de Margolick, cuja leitura vivamente aconselho aos visitantes de O Sítio do Jazz, agora que regresso ao seu convívio após um curto período de férias.

Entretanto, do mesmo passo, não posso deixar passar a ocasião para também recordar a intervenção de Charles Mingus a propósito dos mesmos incidentes. Contrabaixista, compositor e um dos maiores vultos da formação do jazz moderno, Mingus era, ao mesmo tempo, um cidadão altamente empenhado na luta cívica pelos direitos do seu povo, tendo então composto uma pequena peça à qual deu o título Fables of Faubus (literalmente: Fábulas de Faubus) que pela primeira vez foi publicada no álbum Mingus Ah Um, gravado para a célebre major Columbia em 1959.

Acontece, porém, que a própria Columbia apenas permitiu que essa versão fosse exclusivamente instrumental, sendo preciso esperar um ano para que Mingus voltasse a gravar Fables of Faubus (agora com texto) em 20 de Outubro de 1960,  para o álbum Charles Mingus Presents Charles Mingus, dessa vez publicado pela editora independente Candid. Eram membros do seu quarteto Eric Dolphy (sax-alto e clarinete-baixo), Ted Curson (trompete) e Dannie Richmond (bateria).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesta gravação, aparentemente de forma espontânea como era timbre da atitude de Mingus (em gravação ou em público), este inventa uma espécie de coral que dá início ao tema e, depois, o mesmo tema é entrecortado (na exposição inicial e na reexposição final) por um diálogo entre os músicos, no qual é explicitamente referido o citado incidente de Little Rock e invectivado o nome do seu principal protagonista, ao mesmo tempo que se condena e protesta contra o racismo e a xenofobia.

 

Aqui fica, numa tradução aproximada do linguarejar original desta gravação, o texto do coral:

Oh! Senhor! Não os deixais matar-nos!

Oh! Senhor! Não os deixais apunhalar-nos!

Oh! Senhor! Não os deixais entornar alcatrão sobre nós

e cobrir-nos de penas!

Oh! Senhor! Não mais suásticas, não mais Ku Klux Klan!

 

Depois, no diálogo travado entre Charles Mingus e Dannie Richmond (o baterista), o primeiro pergunta:

Diz-me o nome de alguém ridículo

ao que o segundo responde:

O Governador Faubus

(Faubus rimando com ridiculous)

Mais ainda:

Porque é que ele é ridículo?

Porque proíbe as escolas integradas!

Por isso é louco!

(fool rimando com school)

Ao que se seguem imprecações e gritos contra os nazi-fascistas, contra o Ku Klux Klan e contra a lavagem ao cérebro que permite que as pessoas odeiem o seu semelhante.

 

Tudo isto é integrado numa peça musical vigorosa, com variações sobre um tema explícito e identificável (não por acaso evocando em certas passagens, do ponto de vista musical e dramatúrgico, a atmosfera das canções das peças de Bertoldt Brech / Kurt Weil) e por irrupções instrumentais dos solistas, por vezes violentas, numa linha estética que, no fundo, antecipa (ou se identifica com) as rupturas do free jazz.

Enfim, um disco cuja audição vivamente se aconselha.


Actualização (25.09.07): Se quiser ouvir, de viva voz, mais alguns pormenores relacionados com a posição de protesto de Louis Armstrong acerca dos graves incidentes de Little Rock - que chegaram à sua decisão de cancelar uma digressão à União Soviética, organizada pelo Departamento de Estado - é muito interessante ouvir, ainda, esta emissão da NPR (o serviço público de radiodifusão dos EUA), transmitida no passado fim de semana e na qual Scott Simon fala com Larry Lubenow, o jovem estudante de jornalismo que, há 50 anos, acompanhou estes acontecimentos e que é figura central da peça jornalística de Dave Margolick para o NYT.


 

Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 18:33
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

Joe Zawinul (mais um que desaparece)

«Se encontrarem um pianista negro que toque assim, digam-me que eu substitui-lo-ei.»

(Julian «Cannonball» Adderley)

Tem sido uma verdadeira razia, ultimamente.

Agora, deixámos de contar com Joe Zawinul, um dos mais talentosos cúmplices do movimento de fusão, pianista austríaco (!) notável, branco com alma de negro, companheiro de «Cannonball» ou Miles, autor (entre tantos outros) de dois verdadeiros e inesquecíveis «estoiros»: Mercy, Mercy, Mercy ou In a Silent Way.

Mais do que palavras de circunstância, aconselho a visita, na Net, de alguns recursos a ele dedicados.

 

Por exemplo:

The New York Times:

O obituário de Joe Zawinul, por Peter Keepnews

NPR (Rádio Pública dos EUA)

A Look at the Life and Work of Joe Zawinul, por David Was, com inúmeras ligações a outros materiais relacionados com o grande pianista/organista, entre os quais a gravação cedida pela rádio pública holandesa do excerto (36 minutos) de um concerto realizado por Joe Zawinul com a big band da WDR - Westdeutsche Rundfunk (clicar em Listen to Part 2).

R.I.P.

Update: também o nosso já conhecido Jazz Corner, na sua série Innerviews, voltou a publicar há poucos dias um podcast com uma entrevista com o próprio Joe Zawinul.   

 

 


 
Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 19:34
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Os 50 anos do Monterey Jazz Festival

 

 

 

 

 

Nos próximos dias 21 a 23 de Setembro, completam-se 50 anos da existência de um dos mais antigos e famosos festivais de jazz internacionais: o Festival de Jazz de Monterey.

Em comemoração dessa efeméride, o Festival associou-se à editora Concord para a criação de uma etiqueta, a MJFR, que irá publicar com regularidade gravações inéditas (portanto, nunca antes editadas) de alguns concertos históricos realizados ao longo destas cinco décadas, preservados em cerca de 1 600 fitas magnéticas - representando mais de 2 000 horas de música - cuja cuidadosa digitalização está a ser realizada.

Desse fabuloso acervo musical, saíram agora (e foram também lançados em Portugal) os primeiros cinco títulos, correspondentes a concertos realizados entre 1958 e 1971 pelas formações de cinco grandes personalidades da história do jazz: Dizzy Gillespie, Louis Armstrong, Miles Davis, Sarah Vaughan e Thelonius Monk.

Independentemente de aqui poder voltar ao assunto - designadamente através da recensão crítica de alguns destes discos - eis, desde já, uma ideia daquilo que espera o amador de jazz português:

 

Primeiros lançamentos

Dizzy Gillespie

(com James Moody, Kenny

Barron, Christopher White,

Rudy Collins e Big Black)

Live at the Monterey Jazz Festival

(1965)

MJFR ***

Louis Armstrong

(com Trummy Young, Billy

Kyle, Peanuts Hucko, Mort

Herbert, Danny Barcelona e

Velma Middleton)

Live at the Monterey Jazz Festival

(1958)

MJFR ***

Miles Davis

(com George Coleman, Herbie

Hancock, Ron Cartyer e Tony

Williams)

Live at the Monterey Jazz Festival

(1963)

MJFR *****

Sarah Vaughan

(com Bill Mays, Bob Magnusson

e Jimmy Cobb)

Live at the Monterey Jazz Festival

(1971)

MJFR ****

Thelonius Monk

(com Charlie Rouse, Steve Swallow

e Ben Riley)

Live at the Monterey Jazz Festival

(1964)

MJFR ****

 

Como se vê (ou adivinha), uma verdadeira tentação!

 


 

Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 17:28
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Sábado, 8 de Setembro de 2007

Achados no baú (2)

Prossegue aqui a publicação de alguns Achados no Baú. Se é certo que, na actual cena do jazz internacional, coexistem em actividade músicos de diferentes gerações – o que contribui para a enorme diversidade estética hoje disponível à nossa descoberta – não é menos verdade que, mesmo apenas entre músicos de gerações mais recentes, potencialmente seguidores de vias expressivas muito próximas, também essa diversidade é um facto, o que contribui para a inestimável riqueza do novo jazz, situado grosso modo na transição do século XX para o século XXI.
 
Pareceu-me assim oportuno recordar hoje duas recensões críticas com meia dúzia de anos, que podem contribuir para uma reflexão sobre alguns traços essenciais do jazz actual.
Sem aviso prévio,
eis que chega o novo jazz
 
(in DN, 16.10.2001)
 
Como que constituindo um justo prémio aos esforços conjuntos da Associação Atlântica e das autarquias de Leiria, Pombal e Marinha Grande, o simples facto de o melhor concerto de jazz deste ano ter acontecido [durante o Festival de Jazz da Alta Estremadura], não num conhecido teatro de uma grande cidade mas no auditório transformado de uma histórica colectividade operária daquela última cidade, diz bem das radicais transformações culturais operadas nestas últimas duas décadas e meia entre nós, com incidência directa na produção e fruição artística.
 
Esse memorável concerto realizou-se [13.10.2001] na sala do Sport Operário Marinhense e quanto à aludida importância relativa da música ouvida nessa ocasião a prudência aconselha que se espere pelos resultados dos dois derradeiros festivais desta temporada (Seixal e Guimarães) para chegar a conclusões definitivas. Mas é, desde já, impossível ficar indiferente à transcendente demonstração de criatividade musical vivida durante a actuação do quarteto de Mark Turner e Kurt Rosenwinkel, pela simples razão de que esta é uma das mais convincentes expressões do novo jazz deste início do século, de uma vez por todas se sobrepondo ao estéril confronto entre tradições velhas e requentadas vanguardas.
 
Sem jamais deixarem de olhar para trás mas recusando-se a ficar petrificados, Turner e Rosenwinkel, admiravelmente ladeados por Reid Anderson e Nasheet Waits, protagonizaram um concerto apontado ao futuro, fazendo desfilar uma série de temas de grande densidade conceptual na configuração de uma música quase abstracta em termos de imediata identificação das formas mas de profundo rigor estrutural, sempre resultante da hábil soma dos múltiplos exercícios de imaginação individual expressos colectivamente em tempo real.
 
Poucas vezes nos foi dado assistir, assim (como nessa espécie de coral moderno que é Zurich), à coexistência de ideias musicais de sinal aparentemente contrário, com o pastoso vaguear «orquestral» das harmonias da guitarra associadas à primeira voz do sax-tenor a ser constantemente contaminado pela agitação funk de contrabaixo e bateria; ou à inesgotável invenção das linhas melódicas de amplitude infinda, como as de Neon e, sobretudo, Myron's World (peça de referência obrigatória no jazz actual), porque sempre estimuladas pela inesperada mobilidade dos centros tonais e pela constante desmultiplicação dos padrões rítmicos de base.
 
Se fosse preciso, ainda, algo mais para que a nossa razão e emoção se rendessem ao que foi, em múltiplos aspectos, radicalmente novo, bastaria a breve mas significativa recriação, no encore final, de uma obra-prima como Iverson's Odyssey para que se reforçassem (ao vivo) as convicções nascidas com a audição das últimas obras discográficas de Turner e Rosenwinkel. (…)
O jazz novo passou por Coimbra
 
(in DN, 29.07.2003)
 
Se quisermos discorrer, sem ideias preconcebidas, sobre os actuais caminhos da modernidade no jazz, o traço de distinção essencial que vem diferenciando o verdadeiro jazz novo da(s) mais consistente(s) estratégia(s) de projecção e reavaliação contemporânea(s) de diversas correntes marcantes no jazz do passado – bebop, hardbop, free, fusões – é aquele que, no plano conceptual mais geral, aponta para a transversalidade cultural dos seus protagonistas maiores.
 
Mais ainda, no plano dos dispositivos musicais em concreto, sem dúvida que a noção de desenvolvimento, enquanto estratégia composicional (previamente delineada em partitura ou criada em progresso) vem cada vez mais substituir-se à da invenção em tempo real enquadrada pelo tradicional esquema «tema-variações».
 
Ou seja, não se é hoje «mais ousado» em matéria de jazz só porque se reproduz de forma voluntarista – mesmo que com novos e oportunos argumentos – a estratégia libertária e de criação aleatória, própria dos tempos idos do free-jazz; tal como não se é «mais músico» apenas porque se domina, de cima para baixo e de trás para a frente, a improvisação sobre uma dada grelha de acordes. Mas porque, partindo de um princípio de identificação, domínio e apropriação consciente de tudo isto, se caminha depois para a construção de uma nova liberdade e se é capaz de dar o salto para a criação de formas bem mais exigentes de invenção.
 
Não é, assim, por acaso que alguns dos mais interessantes criadores do jazz novo se inspiram, explícita ou implicitamente, na obra (mas, sobretudo, no exemplo) de mestres e compositores adeptos de várias formas de «composição extensiva», como Duke Ellington, Charles Mingus, Andrew Hill, Julius Hemphill, Muhal Richard Abrams ou Anthony Braxton, inspiração tantas vezes materializada em peças originais próprias, susceptíveis de se desenvolverem em várias secções de configuração e expressão muito distintas, deste modo revelando muito menor pendor para a escrita de pequenos temas de estrutura mais ou menos clássica destinados a cíclicas e continuadas variações obrigadas a mote.
 
Embora já senhor de maturidade e carreira com lastro impressionante, insere-se neste contingente de novos compositores o baterista norte-americano Gerry Hemingway que [em 25.07.2003] protagonizou no Teatro Gil Vicente mais um concerto mensal do ciclo Jazz ao Centro, produzido pelo Centro Norton de Matos e inserido na programação musical da Capital Nacional da Cultura.
 
Uma actuação que, a exemplo do que já pude sublinhar a propósito do seu último álbum Devils Paradise, editado pela portuguesa Clean Fead, confirmou ao vivo o drive impetuoso de peças como If You Like, Full Off e Toombow (essa espécie de Night in Tunisia dos dias de hoje), o ambiente folk de Johnny’s Corner Song(admirável retrato musical da América profunda) ou, ainda, o peso e a grandiosidade erudita de uma suite como Space obras servidas pela fulgurante diversidade das técnicas de percussão do próprio Hemingway e também pela polivalência estética e instrumental de notáveis e habituais frequentadores do quarteto: Ellery Eskelin, Ray Anderson e Mark Dresser.
 
Em boa verdade, um dos melhores concertos do ano. [2003]
Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 16:56
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Rollins, Sonny Rollins, ainda mexe!

É mais que sabido: toda a regra tem excepções. E como já aqui aconteceu, contrariando a regra tendencial de não ser absolutamente obrigatório celebrar em O Sítio do Jazz efemérides ou traçar obituários, não posso deixar de dar-vos conta daquilo que se noticia um pouco por toda a Net: a comemoração, no dia de ontem, dos 77 anos de idade de Sonny Rollins, uma das maiores personalidades ainda vivas da formação do jazz moderno.
 
Uma das iniciativas mais interessantes dessa comemoração – pelos amplos recursos que nos ajudam a melhor compreender a trajectória do mestre ou a descobrir preciosas gravações (áudio e vídeo) nas quais participa – é a completa reformulação do próprio site de Rollins, estreado há precisamente dois anos, por alturas da passagem do seu 75º. aniversário e que já atraiu 750.000 visitantes!
 
Assim, por exemplo, a partir de ontem e até 18 de Setembro, data em que se celebra outra efeméride relacionada com Sonny Rollins – o 50º. aniversário do seu primeiro concerto realizado no Carnegie Hall, de Nova Iorque (29.11.1957) –, poderão ser ouvidas em rotação diária no seu site algumas actuações raras, entre as quais um gig de 1956 no qual o saxofonista integra os All-Stars de Max Roach / Clifford Brown.
 
Mais ainda, como interessante revelação da compreensão do veterano mestre pelas infinitas possibilidades que as novas tecnologias abriram (e numa interactividade estabelecida com a YouTube e a iTunes Store), outros vídeos poderão ser agora vistos no mesmo local ou a partir dele, designadamente uma actuação de 1968 de Rollins em quarteto com Kenny Drew, Niels Henning Ørsted Pedersen e Albert Heath ou um podcast no qual o saxofonista hoje recorda, por exemplo, o já referido primeiro concerto no Carnegie Hall.
 
Finalmente, para além de uma biografia em multimédia ou de transcrições de peças por si compostas ou solos seus particularmente notáveis [cf. Oleo], pode também ter-se acesso a toda a discografia ainda hoje disponível de Sonny Rollins, quer para efeitos de mera informação quer para propósitos de compra via-download, cuja simples consulta dá uma pálida ideia da importância histórica desta grande figura do jazz de todos os tempos.
 
Uma visita rica e demorada, que vivamente se aconselha.
Àparte: o visitante que acaso percorra O Sítio do Jazz e ache que o tipo de letra é demasiado pequeno ou grande, saberá que tal tem a ver com a resolução do seu ecrã. Mas basta clicar Ctrl + ou Ctrl - para aumentar ou diminuir o tamanho do tipo de letra. Quer experimentar?
Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 15:47
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

«Um Toque de Jazz» em Setembro (adenda)

Algumas forçadas alterações de última hora, levaram-me a publicar aqui, na semana passada, apenas o primeiro fim de semana de emissões de Setembro, pelo que só hoje se dá nota da restante programação do mês. No futuro, em princípio, apenas será publicada a lista de emissões mensais.

 

·        Sábado, 08.09.07Jazz ao vivo (19) – O New York Trio do pianista Don Friedman, com Martin Wind (contrabaixo) e Toy Jefferson (bateria) e a colaboração de Cedar Walton (piano) e Benny Golson (sax-tenor) num concerto realizado em 01.07.06 no Festival de Jazz do Báltico (Bad Salzau, Alemanha). Gravação Eurorádio.
·        Domingo, 09.09.07Jazz ao vivo (20) – O trio do guitarrista Bill Frisell com Tony Scherr (contrabaixo e baixo-eléctrico) e Kenny Wollesen (bateria) num concerto realizado em 03.09.06 no Festival de Jazz de Willisau (Suiça). Gravação Eurorádio.  
·        Sábado, 15.09.07Jazz ao vivo (21) – O pianista Kenny Barron num recital em solo absoluto realizado em 01.07.06 no Festival de Jazz do Báltico (Bad Salzau, Alemanha). Gravação Eurorádio.  
·        Domingo, 16.09.07 – (Não há emissão de «Um Toque de Jazz». Transmissão directa do concerto comemorativo dos 50 anos da RTP.)
·        Sábado, 22.09.07Jazz ao vivo (22) – «Jazz Italiano Live 2007» - O sexteto do contrabaixista italiano Paolo Damiani (com Louis Sclavis, Javier Girotto, Rita Marcotulli, Michele Rabbia e Diana Torto)c num concerto realizado em 24.01.07 na Casa del Jazz (Roma).
·        Domingo, 23.09.07Jazz ao vivo (23) – «Ciao Belle Ragazze» - O trio de Eugenio Colombo (sax-alto, flauta), Michel Godard (tuba, serpent) e carlo Rizzo (percussão) num concerto realizado em 2006 na Casa del Jazz (Roma).
·        Sábado, 29.09.07Jazz ao vivo (24) – «Sorgente Sonora» (1), gravado ao vivo em 1998 por La Banda com a colaboração de Pino Minafra (trompete, fliscorne), Giancarlo Schiaffini (trombone), Antonio Balsamo (sax-alto), Eugenio Colombo (sax-soprano, flauta), Luca Spagnoletti (flauta, electrónica), Ettore Fioravanti (bateria).
·        Domingo, 30.09.07Jazz ao vivo (25) – «Sorgente Sonora» (2), gravado ao vivo em 2005 por La Banda com a colaboração de Pino Minafra (trompete, fliscorne), Gianluigi Trovesi (clarinetes), Beppe Caruso (trombone), Eugenio Colombo (sax-soprano, flauta), Carlo Rizzo (percussão, voz).
      Um Toque de Jazz é transmitido aos sábados e domingos, das 23.05 às 24.00 na Antena 2 e pode ser ouvido em FM ou ainda aqui, via webcast. Após a sua transmissão, as emissões estarão disponíveis na página de arquivos multimédia da Antena 2.
Publicado por Manuel Jorge Veloso o_sitio_do_jazz às 09:04
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